Suécia

 

 

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A Suécia é um país da Escandinávia, limitado a oeste e norte pela Noruega, a leste pela Finlândia e pelo Golfo de Bótnia, a leste e sul pelo Mar Báltico e a oeste pelo estreito de Kattegat, que a separa da Dinamarca.

Descobertas arqueológicas comprovam que a área hoje compreendida como Suécia já era povoada durante a Idade da Pedra, quando o gelo resultante da última glaciação recuou. Aparentemente, os primeiros habitantes eram povos caçadores e colectores que viviam da pesca no Mar Báltico.

Algumas evidências apontam que o sul da Suécia era densamente povoado durante a Idade do Bronze, pois foram encontradas ruinas de grandes comunidades comerciais.

Durante os séculos IX e X, a cultura viking prosperou na Suécia, com o comércio. A invasão dirigiu-se em primeiro lugar para oriente, na direcção dos Estados Bálticos, Rússia e do Mar Negro.

Em 1389, os três estados escandinavos (Noruega, Suécia e Dinamarca) estavam unidos sob um único monarca. A União de Kalmar começou como uma união pessoal, não política e quando, no séc. XV, se tentou centralizar o poder no rei dinamarquês, a Suécia resistiu chegando mesmo a uma rebelião armada. A Suécia separou-se em 1523, quando Gustav Eriksson Vasa, conhecido mais tarde por Gustavo I da Suécia restabeleceu a separação da Coroa Sueca da união.

No séc. XVII viu-se a Suécia tornar-se uma das principais potências européias, devido ao sucesso da participação na Guerra dos 30 anos, iniciada pelo Rei Gustavus Adolphus. Esta posição iria desmoronar-se no séc. XVIII, quando a Rússia conquistou os reinos da europa do norte na Grande Guerra do Norte e, eventualmente, quando em 1809 houve a separação da parte oriental da Suécia, criando-se assim a Finlândia, como um grão-ducado russo.

A história recente sueca tem sido pacífica, pois a última guerra foi a Campanha Contra a Noruega (1814), que estabeleceu uma união dominada pela Suécia. Esta união dissolveu-se pacificamente em 1905, apesar de ameaças de guerra. A Suécia foi um país neutro durante a Primeira e a Segunda Guerra Mundial (com uma pequena excepção, a Guerra de Inverno). Continuou a não se posicionar durante a Guerra Fria e hoje não faz parte de nenhuma aliança militar embora tenha participado de treinos militares da NATO.

A Suécia é uma monarquia constitucional parlamentarista, sendo que o poder do rei foi paulatinamente reduzido. A constituição de 1974 restringiu a atuação da realeza a funções cerimoniais, mas o rei conserva ainda a função de chefe de Estado. A sociedade e a opinião pública sueca nunca expressaram um forte desejo pela instalação de uma república, porém o Partido Social-Democrata e o Partido de Esquerda mantêm, em suas propostas políticas, a abolição da monarquia.

  • Legislativo: O Parlamento Sueco (Riksdag) era bicameral até 1970, quando foi instituída uma única Câmara com 349 membros eleitos. As eleições gerais ocorrem a cada quatro anos, no terceiro domingo do mês de setembro. Para um partido político conquistar uma cadeira no Parlamento, precisa obter mais de 4% do número total de votos na eleição, ou 12% dos votos numa região eleitoral.